A Volta é Parte da Viagem
À medida que os efeitos cedem, o senso de “eu” se reconstitui aos poucos e a realidade consensual volta. A reentrada tem ritmo próprio: forçá-la ou interrompê-la abruptamente gera confusão e medo. A volta é parte da viagem, não o fim dela — como se reentra importa tanto quanto o pico. Tratar a descida como “acabou” desperdiça a colheita.
Sinal de alerta: querer “voltar logo ao normal” cria ansiedade e pode reabrir o pânico — respeite o ritmo da descida.