A HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILEIRO

CAPÍTULO 9: 1982, o Tetra e o Penta

Mário Filho e clássicos do tema

O futebol brasileiro vive a beleza que perde (1982) e a maturidade que vence (1994 e 2002). Da arte de Telê Santana ao pragmatismo de 94 e ao brilho de Ronaldo em 2002, o Brasil chega às cinco estrelas.

1982 — a Beleza que Perdeu

O time de Telê SantanaSócrates, Zico, Falcão, Cerezo — encantou o mundo, mas caiu para a Itália de Paolo Rossi (3 a 2). Virou o símbolo eterno de que jogar bonito nem sempre vence — e por isso é amado.

Paradoxo: a derrota mais querida da história do futebol brasileiro.

1994 — o Tetra

Nos Estados Unidos, o Brasil é tetracampeão nos pênaltis sobre a Itália após 0 a 0. O pragmatismo de Romário e Bebeto exorciza, 44 anos depois, o fantasma de 1950.

Cura: a vitória que fecha a ferida aberta no Maracanã.

2002 — o Penta

Na Coreia/Japão, pentacampeão, 2 a 0 sobre a Alemanha, dois gols de Ronaldo, com Rivaldo e Ronaldinho. O Brasil chega a cinco estrelas, recordista mundial.

Marca: nenhuma seleção ganhou mais Copas do que o Brasil.

Lições-Chave do Capítulo 9

  • 1982: o time mais belo perdeu — e virou símbolo do futebol-arte.
  • 1994: o tetra nos pênaltis sobre a Itália exorciza o fantasma de 1950.
  • 2002: o penta com Ronaldo torna o Brasil o maior campeão mundial.