Dar Nome ao que se Sente
Há uma diferença grande entre ser tomado pela raiva e perceber 'estou com raiva'. Esse simples ato de observar — a consciência de si — já tira a emoção do automático e abre um espaço onde a escolha cabe. Não a apaga; afrouxa o seu domínio. Quem sabe nomear o que sente raramente é refém do sentimento.
Prática: quando a onda subir, narre-a por dentro: 'isto é raiva, e está crescendo'. A palavra recruta o córtex e devolve a você o lugar de observador.