A Justiça que Erra o Fato
O promotor discursa como um gênio, as testemunhas são coerentes, a plateia delira — e o veredicto condena um inocente. A guilhotina do júri é obcecada por fatos de superfície e absolutamente míope para o oceano escuro da alma humana. O teatro legal é só uma farsa coreografada.
Sinal de alerta: desconfie de veredictos perfeitos construídos apenas com raciocínio lógico externo; a verdade do espírito nunca cabe nos autos.