Cano, Não Poço
Quem ama por carência suga o outro até secá-lo; quem ama por plenitude transborda sobre ele. O amor conjugal é um cano, não um poço: você conduz para o cônjuge um amor que recebeu, não um que fabricou sozinho. Ninguém tem represa interior funda o bastante para irrigar um casamento por décadas a fio.
Pergunta-chave: assim que o ressentimento subir, pare e pergunte “estou exigindo do meu cônjuge algo que só Deus dá?”.