Morte como Abertura para o Transcendental
Ao encarar a morte (própria ou alheia), a consciência se liberta da identificação com a forma física. Tudo o que nasce também morre — e isso não é tragédia, mas a natureza das formas. O que permanece imutável (a consciência, o Eu Sou) é imortal.
Reconheça: o medo da morte é o medo de perder o "eu" — confundir nome, forma e história com quem realmente se é.
"Aprendendo a morrer assim a cada dia, você se abre para a Vida."