A Supernanny Marxista
A imagem-proposta: uma autoridade coletiva, racional e democrática que põe limite onde o mercado só sabe atiçar desejo. Como a Supernanny que entra no lar caótico — não pela bronca autoritária, mas por regras claras, justas e consistentes que devolvem o chão a quem se afoga na permissividade.
Como aplicar: aponte onde o 'deixa o desejo correr solto' do mercado já cobra um limite coletivo, decidido democraticamente — o racionamento racional de recursos diante do colapso ecológico, por exemplo.