“Por Quê?” Prende, “Para Quê?” Liberta
Freud aponta para trás — “você é assim por causa do que te fizeram” — e, ao apontar, fecha o futuro a cadeado. Adler vira a seta para a frente: “você age assim para um fim de agora”. De um golpe, o passado deixa de ser sentença e vira matéria-prima. Não é o que te aconteceu que escreve a tua vida — é o objetivo que persegues neste instante.
Como aplicar: ao se flagrar num “não posso por causa de X”, pergunte “que objetivo esse ‘não posso’ anda me prestando?”.