O Investigador que Caça a Alma
Porfiry não tem provas físicas: usa a própria teoria de Raskólnikov como isca. Ao fazê-lo expor o artigo, está coletando a confissão do móvel. O método é psicológico — cada pergunta é uma estocada disfarçada de curiosidade acadêmica.
Modelo mental: o investigador explora a necessidade do culpado de ser reconhecido — 'você quer me contar, eu sei'.