Viés da Familiaridade
Quanto mais perto, mais a gente acha que adivinha — e mais erra. Os estudos são cruéis: confiamos que entendemos o cônjuge muito melhor do que um desconhecido, e na prática o lemos pior. O motivo é simples e triste: as pessoas mudam, mas a imagem que guardamos delas, não. Acabamos respondendo a um retrato, não a alguém vivo.
Como aplicar: dê a quem você mais conhece a mesma curiosidade que daria a um estranho fascinante recém-apresentado.