A Hostilidade de Luvas
A agressão habita todos nós e quase sempre sai fantasiada de cortesia. O passivo-agressivo fere pela omissão: atrasa de propósito, sabota de leve, banca a vítima para deixá-lo em dívida. Por trás da amabilidade que parece excessiva, procure a hostilidade que não pôde sair pela porta da frente. E não tome a explosão por força: quem explode não lidera — apenas transborda.
Como aplicar: responda à agressão passiva com limite firme e o nome direto da coisa — nunca com a mesma moeda, nunca com tolerância sem fim.