O que Lembra Fácil Parece Comum
Medimos a frequência de algo pela facilidade com que um exemplo salta à memória — nunca pelos números. Um desastre aéreo recente, vívido, repetido no noticiário, faz o avião parecer mais perigoso que o carro, quando é exatamente o contrário. O que é fácil de imaginar toma, sem pedir licença, o lugar do que é estatisticamente provável.
Como aplicar: meça o risco pela frequência real, não pela última manchete que ficou grudada em você.