O Herói do Meio
Três figuras matam a tragédia: o virtuoso arruinado (repugna), o mau que prospera (nada de trágico), o perverso que cai (justo, mas frio). Sobra um herói possível: o intermediário — bom, ilustre, semelhante a nós, que cai por um erro, não por vício. É a falha de um homem como nós, não a maldade, que abre o público.
Como aplicar: dê ao herói virtude e uma hamartia — o erro de juízo que o arruína sem que ele mereça tanto.