Nada de Deus ex Machina
“É preciso que o desenlace surja do próprio enredo, e não, como na Medeia, de um deus.” Salvar o herói com um carro alado vindo do céu é desatar o nó por fora — confissão de que a estrutura não se sustenta. A máquina só vale para o que está fora da ação: o passado, o futuro profetizado. A solução já está plantada no problema.
Regra: se o clímax precisa de um resgate externo, o enredo está quebrado — replante a causa lá atrás.