Três Gatilhos do Raro
Valorizamos mais o que escasseia, e o desejo acende por três alavancas: a quantidade limitada (“últimas unidades”), o prazo (“só hoje”, a contagem regressiva) e a censura (o proibido brilha mais). A raridade não muda o quanto a coisa serve — só o quanto a queremos, e confundir as duas já é metade do trabalho de quem vende.
Como se defender: rache “querer ter” de “servir para algo” — a raridade mexe no desejo, jamais no valor de uso.