A Culpa é do Design, Não Sua
Você empurra a porta errada e o constrangimento é seu. Norman absolve o suspeito de sempre: se gente normal tropeça no mesmo objeto, o defeito não está nas pessoas. A pergunta deixa de ser 'quem errou?' e passa a ser 'o que neste objeto convidou ao erro?'.
Como aplicar: ao errar, suspeite do objeto antes de si mesmo. O erro é o sintoma; o design mal feito é a doença.