A Autonomia que Algema
Princípios excelentes — diretor autônomo, coletividades participantes — são desviados de seu fim: o que se quer é arrastar a sociedade a um consenso sobre reformas “de fato inaceitáveis”. O diretor vira “change agent” e, tendo participado, “não pode mais se opor — pé na porta após pé na porta”. Autonomia oferecida é engajamento cobrado: quem ajudou a erguer a parede não a derruba depois.
Como aplicar: diante de qualquer autonomia concedida, pergunte que política ela obriga a executar — colaborar na construção é assinar a impossibilidade de criticar.