A Confissão de Legrand
Os próprios reformadores reconhecem que a revolução pedagógica "persegue objetivos políticos e sociais e não busca aprimorar a formação intelectual dos alunos". Para Legrand, os métodos ativos não servem aos objetivos intelectuais clássicos: "o problema não é técnico, é um problema político e filosófico".
Como aplicar: a queda do nível não é falha de execução a corrigir — é a meta. Avaliar a reforma por critérios técnicos é aceitar seu disfarce.
"A pedagogia formal impositiva é a única que convém primeiramente a esse tipo de seleção [intelectual]." (Louis Legrand)