Quatro Noites e uma Manhã
A própria divisão do livro é a curva do sentimento: cada noite aproxima mais os dois, e a manhã — a luz crua do dia voltando — desfaz tudo num golpe. A escuridão clara da noite branca foi o reino do sonho; o amanhecer é a realidade cobrando a entrada.
Como ler: leia as noites como um termômetro — sobem com a intimidade; a manhã é a queda da febre.