Centrado em Gente de Verdade
HCD vira a ordem do design de cabeça para baixo: em vez de partir da tecnologia, parte da pessoa. E não acerta de primeira — roda em ciclo: observar, idealizar, montar um protótipo tosco e levá-lo ao teste com gente real. O protótipo não é a obra; é a pergunta barata que ensina o que não construir.
Prática: nunca trate o primeiro protótipo como pronto. Ele existe para falhar cedo e barato, enquanto consertar ainda custa pouco.