O Espanto como Ponto de Partida
Filosofar nasce de recusar que o mundo seja óbvio. A criança se espanta; o adulto acostuma-se — vai deslizando para o conforto do pelo do coelho, longe do mágico. Um bom filósofo nunca perde a capacidade de se admirar.
Como aplicar: use o espanto como teste — se algo deixou de parecer estranho (a consciência, o tempo, o próprio existir), você parou de filosofar sobre isso.