Querer Sem Gostar
No laboratório, querer e gostar revelam-se duas coisas separadas — e a dopamina move o querer, não o gostar. É por isso que o vício é tão cruel: o desejo sobrevive depois que o prazer já morreu. A pessoa persegue com toda a força algo que nem desfruta mais, obedecendo a uma ordem interna de 'mais' que perdeu o sentido.
Prática: diante de um hábito compulsivo, faça a pergunta honesta — ainda estou gostando disto, ou só estou querendo?