A Balança Prazer-Dor
Prazer e dor não têm cada um o seu botão: dividem o mesmo lugar do cérebro, em pratos opostos de uma balança que detesta ficar inclinada. Incline-a para o prazer e o cérebro a empurra de volta — com a mesma força, e ainda passa um pouco do ponto. O preço do prazer é a dor que vem depois.
Como aplicar: o tombo que se segue ao êxtase é física da balança, não falha de caráter.